sábado, 11 de julho de 2015


"A verdadeira beleza, do tipo que não se desvanece ao lavar, leva tempo. É preciso pressão. É preciso resistência incrível. É um gotejamento lento, que faz a estalactite, o tremor da Terra que cria as montanhas, o constante bater das ondas que quebra as pedras e suaviza as arestas. E da violência, do furor, da fúria dos ventos, do rugido das águas, que surge algo melhor, algo que de outra forma nunca existiria. E então nós suportamos. Temos fé de que há um propósito. Esperamos pelas coisas que não podemos ver. Acreditamos que há lições na perda, poder no amor, e que temos dentro de nós o potencial de uma beleza tão magnífica que o nosso corpo não pode contê-la" - Livro Beleza Perdida.

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